Vejo um objecto inerte e metálico de onde me encontro e como fundo, o mar segredado pelo nevoeiro. Os carros sucedem-se, luminosos, como que tentando transparecer o seu destino,mas sem sorte , pois continuam a sua marcha, tão questionável, quanto artificial.
Volto a encarar o tal objecto metálico, sózinho, indiferente aos tempos.
O encarnado contrasta, quase violentamente pelo cená¡rio. Identifico a mensagem que me transmite.
Páro??De quê?De observar a beleza melancólica do cenário?Ou simplesmente transbordar de alegria por encontrar o anjo que se senta ao meu lado? Puro,místico, belo de todas as maneiras, inimitável em todas as emoções e sentimentos, cuja beleza, interior e exterior, me afagam os sentidos.
Para qualquer um deles, Nunca! -
Leo
(obrigada pelo carinho e amizade)