Vou fechar as dobradiças
Das portas dos idílios
que vão corroborando
com grandes descobertas.
Para que não doa e não se ensaiem
efémeros diálogos a dois.
Continuando a amar o som célere e rugoso
da fantasia
Rodopiando levemente pelas montanhosas dúvidas
Constato
que é preciso estar farto de ser tapete de chão
Para emergir das trevas o corpo rebelião.
Deslizam loucas profecias pelo vidro martelado
Mas de guerras de palavras
O mundo já está cansado!