Quero agradecer a todos os visitantes que têm contribuido para que este blog
seja um lugar muito especial para mim e que têm partilhado comigo a paixão
que é a escrita.
Um enorme abraço, do fundo do coração,
Nádia
Lenga-trenga
Tenho um filho, tão docinho Que de Hugo surgiu Sugo E de Huguinho o Suguito Que todos conhecem tão bem Ri de orelha a orelha Quando o pai finge que cai Trom, trom, tom E ouve-se ao longe o som Da gargalhada a surgir Na mais alta entoação. Eh eh, que animação. E eu que jurei ao Hugo Que nem que andasse às turras Havia de escrever uma lenga-lenga Não é que sou uma trenga Saiu disparate, pois claro está E o Suguitodocinho O meu Hugo, que é um fofinho Vai rir do trambolhão da mamã Pam, pam ,pam, pam E mais dos sons que criei Sem saber muito bem o que afinal lhe chamar Concentrei-me nas nuvens e pus-me a pensar Se o Huguinho fofinho, meu Sugogostar Talvez ainda possa voltar a tentar Porque isto de lenga-lengas, txiiiii Dá mais que um trabalhão E depois de pam, pam ,pam, E do papá fingir tropeçar Prom, pom , pom Vamos lá imaginar Que a isto podemos chamar De lenga-lenga invertida Que mais do que jogo de palavras Seja uma aventura divertida.