Quero agradecer a todos os visitantes que têm contribuido para que este blog
seja um lugar muito especial para mim e que têm partilhado comigo a paixão
que é a escrita.
Um enorme abraço, do fundo do coração,
Nádia
O meu pequeno aventureiro
Bouuuuu…e lá vai ele, estilo “ à la pinguim”, expressando uma satisfação imensa por avistar o comando da televisão e já conseguir caminhar sozinho em direcção a ele. Pois é, o meu menino já caminha. E é uma alegria tão grande cá dentro por o ver evoluir, que é difícil não me emocionar só ao descrever aqui a sensação. O sentimento de orgulho exacerba-se quando o meu pequenino caminha em direcção a mim, rindo da sua própria trapalhice e me felicita com um xi-coração do tamanho do mundo.
Eu sei que as preocupações passaram a ser outras a a partir do momento em que ele começou a andar pelo seu próprio pé e sem necessitar da nossa mão para o conduzir. Entrou num mundo novo de coisas fantásticas para descobrir e eu e o papá só temos de estar logo atrás para o amparar, quase invisíveis, para o deixarmos crescer e aprender pela própria vivência.
Assim, como descobriu o botão da televisão, que adora ligar e desligar não deixando o pai ver programa nenhum do início ao fim, assim como descobriu que adora ouvir políticos e reage batendo palmas, irá descobrir muitas mais realidades e provavelmente inventar outras.
Espero que a minha mãe tenha feito um seguro de vida às plantas, porque não me parece que vão gostar muito de ter o Hugo a correr a casa e se calhar não era má ideia tirar os dvd’s do alcance dele, tal é o fascínio por aparelhos electrónicos. Tudo serve para “fingir” estar ao telemóvel: o próprio telemóvel, o biscoito que tanto gosta, o patolas ( o patinho de pelúcia a quem dá apertados abraços) e até a caixa de toalhitas. Haja imaginação que o Hugo vai a caminho!
Mais uma etapa alcançada. O tempo voa literalmente e as conquistas na aprendizagem são tantas que fica o receio de não conseguir registar todas. Não quero perder uma migalhinha que seja da sua evolução e apesar de ter de abdicar obrigatoriamente do meu tempo com o meu filhote para trabalhar ( como todos nós fazemos), trago-o comigo a todo o instante e sinto-me uma verdadeira sortuda pelo filho magnífico que tenho.